As fontes bitmap (bit-mapped font) começaram a ser usadas na década de 1970. Elas funcionam baseadas em pixels ligados e desligados.
Em 1982, foi introduzida a linguagem PostScript (PS, T-1 ou PS-1), definida por linhas de contorno escaláveis (scalable outlines) e que substituiu as fontes bitmap.
Na déca da de 1990 surgiu o formato TrueType (TT). Tanto a PostScript quanto a TrueType interpretam as formas das letras em termos de curvas Bézier (como os programas vetoriais Illustrator, Corel Draw e Flash por exemplo), ou seja, essas curvas determinam o contorno (outline) da fonte e definem como elas ficarão visualizadas num monitor e impressas em papel.
Uma promissora ampliação do PS-1, desenvolvida no início dos anos 1990, é conhecida como Multiple Master (MM ou Matriz Múltipla). Nela, as letras são continuamente ajustáveis ao longo de vários eixos determinados pelo designer. Esses eixos podem incluir, por exemplo, largura, peso, tamanho ótimo, comprimento das extensões, forma do terminal ou informações de serifa. Relativamente poucas fontes chegaram a ser feitas nesse formato até hoje.
O primeiro formato TrueType deu origem às variações Graphic Extension (GX) (1994) e TrueType Open (TTO) (1995). Esses formatos acomodam grandes conjuntos de caracteres aliados à substituição contextual automática de variantes e de ligaturas.
No final dos anos 1990, os criadores do formato PostScript (Adobe Systems) e os herdeiros do TrueType (Microsoft) entraram num acordo e criaram o OpenType (OT ou OTF), que funciona tanto no Mac quanto no Windows.